terça-feira, 23 de agosto de 2022

Lençóis sergipanos, um paraíso pouco conhecido no estado


Publicado originalmente o site SE NOTÍCIAS, em 21 de agosto de 2022

Lençóis sergipanos, um paraíso pouco conhecido no estado

Sergipe pode até ser o menor estado brasileiro, mas suas belezas naturais e seu povo acolhedor não deixa nada a desejar aos grandes centros turísticos. Prova disso são os lençóis sergipanos, infelizmente pouco divulgado no estado e fora dele, mas quem já teve o privilégio de conhecer nunca mais vai esquecer.

Distante apenas 45 km da capital sergipana, o município de Pirambu possui diversos atrativos como: a Lagoa Redonda, o Banho da Prata, Cachoeira do Roncador todos esses lugares são bastante visitados por turistas e sergipanos durante o ano inteiro. Mas quando se fala em Lençóis Sergipanos quase ninguém conhece. Esse paraíso pouco explorado fica entre os municípios de Pacatuba e Pirambu, especificamente na reserva biológica de Santa Isabel.

Os Lençóis em Sergipe são um complexo de dunas em meio a muita natureza, e banho de lagoas doces formadas pela água da chuva que lembram o olho humano. O único acesso para esse paraíso é feito pela Fazenda Aracuipe responsável pela preservação a mais de 30 anos de toda a floresta e fauna da região.

A Fazenda Aracuipe é um atrativo a parte, construída em 1986. A origem do nome “Aracuipe” é de raiz Tupi, onde a mesma significa “O sol do meio-dia”. A parte de dentro é toda feita com mobília rústica, atribuída ao período de Brasil-Colônia, com moveis feitos de madeira vindas de Ouro Preto, em Minas Gerais.

Outro atrativo de muita notoriedade é a quantidade de quartzos que fazem parte da estrutura da casa. Uma sala feita somente com as pedras em suas colorações branco e rosa. Foram todas trazidas, de forma bruta, pedras de 200kg-250kg que foram todas quebradas à mão e encaixadas à mão também, pedra por pedra.

Os proprietários da Fazenda trabalham com turismo consciente com o intuito de não danificar o ecossistema da região. Por isso, para ter acesso a esse paraíso a Fazenda Aracuipe disponibiliza plano de Day-Use, aluguel por temporada e camping, sempre com limites de pessoas, pensando na preservação ambiental. Os agendamentos são feitos via Instagram: @fazendaaracuipe ou pelo Whatsapp (79) 9 8102-7213.

Por Herieta Schuster

Texto e imagem reproduzidos do site: senoticias.com.br

domingo, 14 de agosto de 2022

Vista aérea do bairro de Atalaia, em Aracaju

Vista aérea do bairro de Atalaia, em Aracaju. Destacando a Orla, banhada pelo Oceano Atlântico.
Foto: Pedro Leite - Reproduzida do site: pinterest

Primeira sede antigo Ginásio Tiradentes, rua Laranjeiras, Aracaju

 Fachada da primeira sede do antigo Ginásio 
Tiradentes, na rua Laranjeiras, em Aracaju, 
ano 1962, o embrião do Grupo Tiradentes.
Foto: Acervo do Grupo Tiradentes
Reproduzida do site: g1.globo

SABOR SERGIPE > Cajus

 SABOR SERGIPE > Cajus.
Foto reproduzida do site: destaquenoticias

Arcos da Orla de Atalaia, em Aracaju

 Arcos da Orla de Atalaia, em Aracaju
Foto: ASN/Divulgação
Reproduzida do site: a8se

sábado, 13 de agosto de 2022

Livro trata sobre as ruas João Pessoa e Laranjeiras

Imagem reproduzida do Google e postada pelo blog para ilustrar o presente artigo

Artigo compartilhado do site DESTAQUE NOTÍCIAS, de  13 de agosto de 2015

Livro trata sobre as ruas João Pessoa e Laranjeiras
Por Adiberto de Souza

Você sabia que a rua João Pessoa, no centro de Aracaju, era rua do Barão e que antes de receber o nome atual também já foi chamada Nossa Senhora da Conceição e Japaratuba? Publicado pela Editora da Universidade Federal de Sergipe, o livro ‘O Ir e Vir das ruas João Pessoa e Laranjeiras – 1920/1940’ faz um passeio histórico por estas duas importantes vias públicas de Aracaju. Os autores Adênia Santos Andrade e José Oliveira Brito Filho mostram como as ruas pesquisadas se destacaram no começo do desenvolvimento e expansão territorial da capital sergipana.

Licenciada em História e gerente comercial da Faculdade Estácio FASE, Adênia Andrade explica porque a pesquisas se fixou nas ruas João Pessoa e Laranjeiras. “Elas agasalharam a formação cultural da época e até hoje fazem parte da paisagem urbana de Aracaju, tendo contribuído muito para o crescimento e a solidificação do centro comercial”. De acordo com o também licenciado em História José Brito Filho, as ruas estudadas “praticamente sustentaram no início do século XX a sociedade aracajuana mais favorecida e permanecem vivas dentro do contexto histórico aracajuano”.

O livro mostra como as ruas João Pessoa e Laranjeiras foram formadas, o estabelecimento de Aracaju a partir do quadrado de Pirro e a influência do porto para o desenvolvimento comercial da cidade. Também trata sobre a presença dos bondes na sociedade aracajuana da época e os pontos comerciais mais influentes nas duas vias. Os pesquisadores apuraram que a rua João Pessoa sempre foi mais festiva. Por ela desfilavam os foliões e passeavam pessoas influentes da sociedade. A Laranjeiras tinha um aspecto mais sério porque nela se encontra a Igreja São Salvador, construída em 1857.

A rua era maior

De acordo com os autores, a João Pessoa foi batizada inicialmente de rua do Barão, sendo renomeada de Nossa Senhora da Conceição por estar próxima à Catedral Metropolitana. Seu início era na Praça Fausto Cardoso e tinha sete quadras, terminando nas proximidades do mercado Thales Ferraz. O primeiro nome era uma homenagem ao Barão de Maruim, João Gomes Melo, que construiu ali 15 casas ocupadas por ele, os parentes, afilhados, amigos e locatários. A atual denominação da rua foi colocada para homenagear o político paraibano João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, assinado em 1930 no Recife.

O nome da rua Laranjeiras objetiva homenagear o município localizado na zona do Cotinguiba e que sempre foi considerado a Atenas Sergipana. Diferente da João Pessoa, a Laranjeiras sempre foi mais conservadora, tradicional da fidalguia e da religiosidade. Seu início é na esquina da avenida Rio Branco, antiga rua da Aurora, e segue até a avenida Rio de Janeiro, no bairro Siqueira Campos, zona norte de Aracaju.

Os autores revelam que as ruas João Pessoa e Laranjeiras foram palco de manifestações populares, religiosas, civis e culturais. No entanto, hoje não passam de um local onde apenas prevalece o vínculo diário entre consumidores e fornecedores. O livro ressalta que o comércio daquelas duas vias já viveu sua época de grande lucratividade, mas, a partir do surgimento dos shoppings as pessoas criaram o hábito de comprar nestes novos locais deixando, de certa forma, de frequentar o centro comercial de Aracaju. ‘O Ir e Vir das ruas João Pessoal e Laranjeiras – 1920/1940’ é um livro que não deve faltar na estante de quem gosta de pesquisar sobre a rica história de Aracaju.

Texto reproduzido do site: destaquenoticias.com.br

sábado, 6 de agosto de 2022

Pontilhão instalado no bairro Jardim Centenário, em Aracaju

Pontilhão instalado entre a comunidade que
dá acesso à avenida Euclides Figueiredo, 
no bairro Jardim Centenário, em Aracaju
Foto: André Moreira
Reproduzida do site: aracaju.se.gov.br

Balizamento instalado em trechos do rio Vaza-Barris...



Balizamento instalado em trechos do rio Vaza-Barris, 
na Orla Pôr do Sol Jornalista Cleomar Brandi, 
no bairro Mosqueiro, na praia do Viral e Croa do Goré, 
conforme demanda estabelecida pela Marinha do Brasil.
Fotos: Felipe Goettenauer
Reproduzidas do site: aracaju.se.gov.br

Balaustrada da Avenida Ivo do Prado, em Aracaju


Fotos: PMA - Reproduzidas do site: aracaju.se.gov.br

Colina de Santo Antônio e Avenida João Ribeiro, em Aracaju

Antigo Cartão Postal da Ótica Santana.
Colina de Santo Antônio e Avenida 
João Ribeiro, em Aracaju
Foto reproduzida do Google

Antigo prédio da Escola Normal Ruy Barbosa, em Aracaju

Antigo prédio da Escola Normal Ruy Barbosa, em Aracaju - Foto reproduzida do Google

Asilo Rio Branco, na Av. Adélia Franco, bairro Luzia, em Aracaju

Asilo Rio Branco, na Avenida Adélia Franco, 
bairro Luzia, em Aracaju, fundado em 1911
Foto reproduzida do site: jlpolitica.com.br