sexta-feira, 15 de junho de 2018

Restaurante Mangará Comida Nordestina, em Aracaju


Fotos reproduzidas do blog.tnh1.com.br/nidelins

Cachaça com caju, no Restaurante Caçarola, em Aracaju

Foto reproduzida do blog.tnh1.com.br/nidelins

Casquinha de Aratu, no Bar e Restaurante Parati, em Aracaju

Foto reproduzida do blog.tnh1.com.br/nidelins

Moqueca de camarão, Restaurante Caçarola, Mercado de Aracaju

Foto reproduzida do blog.tnh1.com.br/nidelins

Caranguejo nos bares da Orla de Atalaia, em Aracaju

Foto reproduzida do blog.tnh1.com.br/nidelins

Rio Sergipe e Aracaju, vistos do município de B. dos Coqueiros

Crédito foto: Getty Images
Reproduzido do site: ibis.accorhotels.com

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Na esquina da Dom José Tomaz com a Riachuelo...


Publicado originalmente no Facebook/Ana Luiza Libório, em 03/06/2018. 

Ana Luiza Libório

Na esquina da Dom José Tomaz com a Riachuelo ficava a casa da Dona Sassá. A antiguinha e aconchegante casa tinha acesso lateral pelo portão de ferro do quintal de onde um pé de jasmim exalava o perfume característico daquelas noites mornas e cheirosas da ainda pacata Aracaju.

E a cada soprada de brisa o jasmineiro impregnava a casa cheia de senhorinhas que se reuniam, todas as noites, para assistir novela, no caso Mulheres de Areia na sua primeira versão com Eva Wilma e Carlos Zara.

Fiz por um tempo parte daquele animado grupo e muito me diverti ali. Íamos eu, Aurelina e Gusto acompanhando D. Pureza que não tinha tv em casa.

No grupo uma delas era meio surda, a outra falastrona gritava, uma mais quietinha calada num canto e aquela que não entendia nada! Toda noite ao ver Eva Wilma, na introdução da novela, correndo na areia perguntava: - “E o que quer essa mulher todo dia correndo pela praia?” rsrsrs...

Apesar da alegria do encontro noturno o cenário era um pouco tristonho, a luz trêmula e cálida a amarelar ainda mais a amarelada caiação das paredes decoradas pelo piso em mosaico estampado de vermelhão, amarelo e branco.

E o jasmim a inebriar, naquelas noites cheirosas, o meu coração adolescente...

Texto e imagem reproduzidos do Facebook/Ana Luiza Libório.

sábado, 2 de junho de 2018

Crôa do Goré e Ilha dos Namorados, Rio Vaza-Barriz, em Aracaju


Fotos: Luís Felipe de Magalhães
Reproduzidas do site: vagandoporai.com

Marinete do Forró, na Orla de Atalaia, em Aracaju

Foto reproduzida do site: sergipenoticias.com

Trio pé de serra, na Orla de Atalaia, em Aracaju

Foto: Luís Felipe de Magalhães
Reproduzida do site: vagandoporai.com

Praia do Saco, município de Estância


Fotos: Luís Felipe de Magalhães
Reproduzidas do site: vagandoporai.com

Orla Pôr do Sol, Região do Mosqueiro, em Aracaju

Foto: Luís Felipe de Magalhães
Reproduzida do site: vagandoporai.com

Sabor Sergipe - Caranguejo, na Orla de Atalaia, em Aracaju

Foto: Luís Felipe de Magalhães
Reproduzida do site: vagandoporai.com

Pimentas, no Mercado Municipal de Aracaju

Foto: Luís Felipe de Magalhães
Reproduzida do site: vagandoporai.com

Município de Gararu

Foto reproduzida do site: sergipeturismo.com

Mundo Maravilhoso da Criança, Orla de Atalaia, em Aracaju

Foto: Carlos Prata
Reproduzida do site: guiaviajarmelhor.com.br

Praia das Dunas, no município de Estância

Foto divulgação – site: belezasnaturais.com.br
Reproduzida do site: partiupelomundo.com

terça-feira, 29 de maio de 2018

O verdadeiro Birdman é sergipano















Publicado originalmente no site Catraca Livre, em 09/03/2015 

O verdadeiro Birdman é sergipano

Por Heitor e Silvia Reali, do site Viramundo e Mundovirado

O cenário é real. Serra de Itabaiana, Sergipe. Ali, distante 50 quilômetros de Aracaju, aninha-se a casa do verdadeiro Birdman. Ele não é personagem de HQs, nem de seriados de TV. Não levita, não voa e nem tem músculos fortes, aliás é bem magrinho. Nunca ganhou o Oscar, mas merecia levar todos os prêmios. E mais, sabe tudo sobre as aves. Ele é José Percilio Costa.

A cena do nosso primeiro encontro com o birdman, oops, Percilio, é daquelas que fazem a gente pular umas 20 casinhas no jogo da vida.

Descrevo-a tal como a vivenciei: em um plano aberto para o máximo de paisagem, à nossa frente estavam as montanhas. Dependendo da luz que dançava entre elas, ora eram de um dourado tom sépia ora verde azulado. Em nossa direção caminhavam, em meio a uma vegetação rasteira de arbustos retorcidos por ventos secos, uma galinha pardacenta, um urubu e uma seriema. O trio compunha o inusitado séquito de um jovem magro que sorridente vinha nos receber.
Fazendo voos rasantes um imponente carcará sobrevoava sua cabeça. Quando me aproximei para cumprimentá-lo, zuuuuum ... abaixei rápido a cabeça, pois uma coruja surgiu do nada para me bicar.

"Curcur não faça isso", pediu ele com voz fanhosa, e a ave imediatamente se bandeou vigilante para uma estaca.

Não foi preciso esperar pela segunda imagem para perceber que estávamos num lugar incomum. É preciso cuidado para relatar as histórias de Percilio, 36, criador do Parque dos Falcões, onde a irrealidade não dá refresco.

Sua vida baseia-se no amor aos pássaros, no mérito em dedicar-se de corpo e alma ao seu ofício, e de segurar a barra, pois a ajuda dos órgãos oficiais é insuficiente.

A história do nosso birdman começa 30 anos atrás. Ele era um menino franzino, tinha problemas para se expressar, gaguejava, era fanho, e não se interessava pelos estudos. Só por passarinhos. Seu maior sonho era ter um falcão. Aos sete anos ganhou um ovo dessa ave e conseguiu convencer o irmão deixar que a galinha deste chocasse. Após 21 dias todos os pintinhos eclodiram, menos o tal ovo. Percílio implorou para que ficasse por mais alguns dias sob a galinha e após uma semana, no dia de seu aniversário, nascia na palma de sua mão, Tito, um falcão carcará. Nascia ali também uma grande amizade, parceria e união de almas.

"Tudo que aprendi foi com meu professor carcará. Tito (Polyborus plancus) me ensinou que ovos de falcões eclodem com 28 dias, que gafanhoto é ótimo para problemas digestivos, que a gordura do sapo é eficaz contra infecções, que a respiração boca a bico é necessária em casos extremos, que é possível fazer implantes de bicos e ossos, e que se as aves forem adestradas ainda jovens não mais se acasalam, pois seu parceiro passa a ser o treinador. Tito enfim me mostrou todos os segredos da arte da Falcoaria. A maior diferença é que em todas as falcoarias do mundo, sendo as mais famosas as orientais, as aves são condicionadas pela recompensa com alimento, enquanto eu troco a comida por carinho. Assim consigo em quinze dias o que outros treinadores só realizam em seis meses", relata Percilio.

Percilio e o biólogo amador Alexandre Correia cuidam do Parque dos Falcões que hoje abriga mais de 350 aves de diferentes espécies. O parque é local de acolhida de aves machucadas, abrigo e treinamento de aves de rapina para apresentação de voo livre, para defesa pessoal, controle de fauna em aeroportos ou companhia.

Conhecer José Percílio, Alexandre e os falcões Tito, Chorão, Xaraque, Pimpão, a seriema Lambreta, o urubu Romualdo, o socó-boi Nicinho, as corujas Curcur e Lucinha, o anu Virgolino, a galinha chiadeira Bronquite, comprada por pena e que chocou os ovos dos gaviões Dara, Dedé, Pimpão, Coragem, Jurubeba e Azuma, e o insólito Mutante, meio galinha-de-angola, meio pavão, foi como entrar em uma arca de Noé exclusiva de alados.

PARQUE DOS FALCÕES
Onde: Povoado Gandu II, BR-235, km 46, Sergipe
Horário: Todas as visitas devem ser previamente agendadas e ocorrem somente às 9h e às 14h
Tel.: (79) 9962-5457/9885-2522/9131-3496

Texto e imagens reproduzidos do site: catracalivre.com.br

Rio Sergipe, visto do município da Barra dos Coqueiros

Foto: Julio Cesar
Reproduzida do site: aguasdobrasil.org

Rio Sergipe, no município de Aracaju

Foto reproduzida do site: a8se.com/sergipe