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quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Centro Cultural Palácio-Museu Luiz Antonio Barreto

Centro Cultural Palácio-Museu Luiz Antonio Barreto, na praça General Valadão, 
no 'marco zero' da cidadede Aracaju
Foto: Lucy Lobão.
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sexta-feira, 16 de maio de 2025

Prédio da antiga Alfândega de Aracaju

Prédio da antiga Alfândega de Aracaju, 
na Praça Gal. Valadão, 
no marco zero da capital sergipana.
Foto: Washington Luiz A. Batista.
Reproduzida do site: pt m wikipedia org

sábado, 12 de outubro de 2024

Praça General Valadão, no 'marco zero' da cidadede Aracaju-SE.

Praça General Valadão, no 'marco zero' da cidadede Aracaju-SE.
 Em segundo plano, vemos o antigo prédio da Alfândega e sede 
da Receita Federal, onde hoje funciona o Centro Cultural de Aracaju.
Foto reproduzida do Google.

Centro Cultural de Aracaju (PMA)

Centro Cultural de Aracaju (PMA), 
na Pça. Gal. Valadão,
no centro comercial da cidade de Aracaju - Sergipe.
Foto reproduzida do site: camelempreendimentos

Centro Cultural de Aracaju


Centro Cultural de Aracaju (PMA), na Pça. Gal. Valadão,
no centro comercial da cidade de Aracaju - Sergipe.
Fotos reproduzidas do site: camelempreendimentos

Centro de Cultura e Arte de Aracaju


Centro de Cultura e Arte de Aracaju 
Praça General ValadãoCentro, Aracaju
Fotos: Thiago Cesar Busarello
Reproduzidas do site: www vidadeturista com

domingo, 28 de março de 2021

Vista aérea do Centro Cultural de Aracaju

Vista aérea do Centro Cultural de Aracaju, na Praça General Valadão, em Aracaju

Foto do arquivo Jornal Correio de Sergipe

Reproduzida do site: ajn1.com.br

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Centro Cultural de Aracaju








 Carrossel do Tobias (Foto: Marco Vieira)

Fotos de André Moreira, Sílvio Rocha, Mário Dias, Marco Vieira

Publicado originalmente no site da Agência Aracaju de Notícias, em 27/10/19

Centro Cultural de Aracaju é espaço democrático para mostras e exposições

Antiga sede da Alfândega, o prédio do Centro Cultural de Aracaju tem democratizado, ano após ano, cada um dos seus espaços, com a proposta de receber a todos, seja visitante ou artista disposto a expressar seu trabalho. Cinco anos após a inauguração, a Prefeitura de Aracaju, por intermédio da Fundação Cultura Cidade de Aracaju (Funcaju), órgão que gerencia o espaço, está concluindo uma pauta para lançar editais para exposições e mostras das mais diversas expressões artísticas.

De presença imponente na praça General Valadão, no Centro, o prédio tem localização estratégica quando a ideia é ser acessível. Composto de biblioteca, museu, teatro, sala de exibição, além do Núcleo de Produção Digital (NPD) Orlando Vieira, o Centro Cultural é sinônimo de multiplicidade de gêneros artísticos e, como tal, tem a função primordial de abrigar a diversidade de expressões dos artistas sergipanos e até mesmo os de fora que venham a agregar à pluralidade cultural.

Tendo espaços para exposições permanentes, como a dos Chefes do Poder Executivo municipal, no primeiro piso do prédio, a Sala de Cultura Popular Mestre Euclides e o Carrossel de Tobias, estas últimas no segundo piso, o Centro Cultural tem suas portas históricas abertas para as exposições temporárias e são estas as que irão passar, ainda mais, pelo processo de democratização com a publicação de editais.

“A equipe do Centro Cultural sempre está em diálogo com a Funcaju para alinhar os projetos, e a Diretoria de Arte e Cultura (Dirac) mantém proximidade permanente com os artistas para que o equipamento cultural possa difundir as diversas formas de arte. Como é um perfil da gestão da Prefeitura, o Centro Cultural também vai intensificar a democratização com o lançamento dos editais para ocupar os espaços das exposições temporárias, como também do Museu Viana de Assis, do teatro e do cinema”, destaca o coordenador do Centro, Mário Dias.

Somente em 2019, seis exposições passaram pelo Centro Cultural e uma sétima já está nas tratativas. Qualquer artista ou interessado pode obter o direito de expor, desde que a data da exposição e o período de permanência estejam de acordo com a programação do espaço.

“Como equipamento público ele deve estar aberto para todos, no entanto, com os editais, o processo será mais transparente, mais coerente com a política de democratização, já que tudo ficará mais às claras e tudo continuará sendo gratuito”, ressalta Mário.

O coordenador salienta que, apesar de ser público, o Centro Cultural tem um critério absoluto para as exposições. “Trabalhamos muito com educação patrimonial, então, tendemos a dialogar muito com os artistas sobre isso, já que a gente atende muito à rede municipal de ensino. Nosso intuito é fomentar o conhecimento em cultura e arte, e fazemos isso com muita responsabilidade e consciência do papel que esse equipamento exerce”, frisa.

Atualmente, está exposta no Centro Cultural a exposição “Corpos Híbridos: arte tecnologia, estéticas artesanais com o contemporâneo cibernético”, do professor de Artes do Instituto Federal de Alagoas (IFAL) e pesquisador alagoano Judivan Lopes. A exposição fica em cartaz até o dia 28 de dezembro e o intuito da mostra é aguçar os sentidos e provocar o espectador a fazer parte de cada obra.

Os visitantes ou escolas que desejarem agendar visitas devem entrar em contato pelo número (79) 3214-5387.

Texto e imagens reproduzidos do site: aracaju.se.gov.br

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Centro Cultural: patrimônio que abriga tradição e cultura

O prédio foi erguido na segunda metade do século XIX
Foto: Edinah Mary

Publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 19/02/2018  

Centro Cultural: patrimônio que abriga tradição e cultura

O prédio foi erguido na segunda metade do século XIX

Um prédio tombado, com muita história para contar e o aporte financeiro do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Foi assim que o lugar que já abrigou a antiga Alfândega e a Receita Federal se tornou o belo Centro Cultural de Aracaju. O projeto, inaugurado há quatro anos, é administrado pela Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju) e oferece diversos espaços culturais que retratam marcos históricos da capital de forma moderna e viva.

O prédio foi erguido na segunda metade do século XIX com o objetivo de se tornar a Alfândega da cidade, sob a responsabilidade do engenheiro Leandro Maciel, na praça General Valadão, um dos lugares de mais destaque da capital à época. Durante muitos anos, foi o local de controle de importação, exportação de mercadorias e cobrança de impostos, que, anos depois, se transformou na atual Receita Federal.

Por muito tempo, foi deixado de lado, entrou em decadência e até mesmo as portas e janelas foram roubadas. Foi tombado em 2003, por meio do decreto estadual nº 21.765, e doado pelo Governo Federal para município de Aracaju dois anos depois, durante a gestão do governador Marcelo Déda como prefeito da capital. A partir disso, passaram a ser pensadas formas para salvaguardar o patrimônio e manter viva a história de gerações.

Foi no final da primeira administração do prefeito Edvaldo Nogueira que o espaço alcançou um avanço significativo: o financiamento do BID à disposição para reforma e restauração. A missão da professora Aglaé Fontes de Alencar, enquanto vice-presidente da Fundação Municipal de Cultura e Turismo (Funcaju) da gestão seguinte, foi elaborar um projeto para revitalização, tornando o espaço útil, que é uma das principais premissas para a liberação da verba do Banco.

"Não queríamos transformar em um museu para guardar antiguidades. Mas manter a ideia museológica, com uma visão moderna, para reviver a história e trazer as novas gerações para o local. Conseguimos provocar a revitalização através das mais diversas formas de linguagem, com cinema, teatro, biblioteca e sala de vídeo, que recebem visitantes diariamente", afirma a professora.

Para isso, foi realizado um levantamento histórico prévio sobre arquitetura original para respeitar a estrutura antiga, adequando à acessibilidade, mas mantendo a estética. Todo o material foi documentado e registrado para preservação histórica e a equipe de trabalho treinada para o funcionamento. Foram oferecidas aulas e explicações, com mediações culturais, capacitando-os para cuidar e receber os visitantes de forma apropriada em um local como esse.

Desde a sua inauguração, em outubro de 2014, após dois anos de muito planejamento, o local já recebeu diversas exposições, seminários e jornadas de cultura e educação. A professora Aglaé ressalta que o recurso, administrado pela Prefeitura de Aracaju, foi substancial para essas realizações e para a qualidade dos móveis, por exemplo. Hoje, o BID fiscaliza o que foi feito para que nada seja alterado. Existe um compromisso cultural e administrativo.

"Fico muito alegre do Centro ter se tornado um espaço muito respeitado e útil para a cidade. Tudo aqui está sendo cuidadosamente guardado. Queremos sempre o novo, mas o novo parece que não tem cara. Antes de nós, tiveram pessoas que fizeram coisas importantes e precisamos lembrar disso. Esse é um prédio carregado de história e ele, sozinho, já fala por si. Eu quis conquistar a nova geração e, para isso, é preciso oferecer algo que seja vital. E vida só pode existir se tiver ação. O Centro Cultural tem tudo isso", orgulha-se.

Hoje, o local é palco de importantes manifestações culturais realizadas pela Prefeitura de Aracaju, como os projetos Ocupe a Praça e o Quinta Instrumental, tornando o local um ponto de estímulo e incentivo democrático à cultura.

Fonte: PMA

Texto e imagem reproduzidos do site: infonet.com.br