segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

História do município de Siriri


História do município de Siriri

Os primeiros habitantes do município de Siriri, a 55 quilômetros da capital, foram indígenas que se mudaram da aldeia de Japaratuba. Eles se estabeleceram em um lugar chamado Remanso, onde hoje fica a Praça Jackson de Figueiredo. Os indígenas elegeram Siriri, irmão do cacique Sérgio, como chefe.

De acordo com a Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, a tribo, levada por seu espírito nômade, logo depois mudou-se. Quando os índios foram embora, algumas pessoas construíram as primeiras casas. A povoação recém-criada, que depois originou a cidade de Siriri, chamava-se Pé do Banco. Os moradores mais antigos da cidade afirmam que esse nome surgiu porque as mulheres do povoado costumavam lavar roupas no riacho próximo, sentadas em bancos, e uma delas esqueceu o cachimbo no pé do banco.

Em 1637, na época da invasão dos holandeses, Sergipe já contava com 400 currais, distribuídos por todo o território. Entre eles estava o de Camarão, localizado na Vila Pé do Banco, entre os rios Siriri e Ganhamoroba.

Em 1811, foi criada a vila de Japaratuba, desmembrada da de Pé do Branco, cujos limites deveriam ser pelo Rio Siriri até Piranhas, engenho do Padre João Gomes de Melo, e daí seguir pela estrada da Serra Negra até chegar à estrada real de Maruim, ficando os engenhos da Jurema e Serra Negra para a freguesia de Pé do Banco. Freguesia desde 1700, Pé do Banco só foi confirmada nesta categoria pela Lei provincial nº 24, de 6 de março de 1839.

No povoado havia a paróquia Jesus Maria e José, construída pelo arcebispo D. João Franco de Oliveira. Seu primeiro vigário foi o padre Manoel Carneiro de Sá, que tomou posse em 18 de fevereiro de 1700. “A paróquia media dez metros de comprimento e quatro de largura, habitavam dois mil brancos, dois mil pretos e três mil e quinhentos de diversas misturas, sendo um total de 7.500 habitantes, que trabalhavam na lavoura da cana”, informa a Enciclopédia.

Em 26 de março de 1874, o município de Siriri foi criado, com sede no antigo povoado Jesus Maria e José do Pé do Banco, sendo desmembrado do território de Divina Pastora. Hoje, a cidade possui nove povoados: Sabinopolis, Itaperoá, Fazendinha, Mata do Cipó, Castanhal, Vila Nova, Lagoa Grande, Siririzinho e Piranhas.

De acordo com pesquisas de Ricardina Oliveira Souza, conhecida como D. Bebé, que escreveu um livro sobre a cidade, chamado de REMANSO na metade do século XX existiam 14 engenhos de cana-de-açúcar em Siriri. “Todos eles foram extintos. Como essa era a principal atividade econômica, o município, que antes era rico, ficou pobre e decadente. Só em 1964, quando o petróleo foi descoberto no subsolo de Siriri, que a situação melhorou, mas mesmo assim não voltou a ser como antes”. Hoje a principal renda do município continua vindo do petróleo.

Texto e imagem reproduzidos do site: siriri.se.gov.br

sábado, 19 de janeiro de 2019

Vista aérea da cidade de Aracaju

Destacando as pontes Juscelino Kubitschek e Paulo Barreto de Menezes sobre 
o rio Poxim e a rodovia Paulo Barreto de Menezes, 
que liga o centro da cidade ao bairro de Atalaia, em Aracaju.
Foto: André Moreira
Reproduzida do site: aracaju.se.gov.br

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Amendoim cozido é muito procurado pelos sergipanos e turistas!


(...) nosso famoso amendoim se tornou Patrimônio Imaterial de Sergipe no ano de 2013, através do projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese).

O amendoim verde cozido é muito procurado pelos sergipanos e turistas!

O produto pode ser encontrado em fartura nas bancas do Mercado Municipal de Aracaju. E, por falar em turistas, são eles que movimentam a venda da semente consumida durante o ano inteiro nos bares e praias da capital e interior do Estado.

Texto e foto reproduzidos da fanpage do Facebook/Governo de Sergipe

Foto reproduzida do Google

Sancristovenses celebram os 429 anos da Cidade Mãe




















Frei Sérgio Anselmo

Fotos: Heitor Xavier

Publicado originalmente no site São Cristóvão SE., em 03 de janeiro de 2019

Sancristovenses celebram os 429 anos da Cidade Mãe

Missa em Ação de Graças marca os 429 anos de São Cristóvão. A cerimônia aconteceu no dia 01 de janeiro, na Igreja Nossa Senhora da Vitória (Praça da Matriz), reunindo moradores, prefeito e secretariado municipal. O Reisado de Mestre Satu brindou o público ao final da liturgia promovendo um momento de integração cultural que marcou a data como uma noite especial. Frei Sérgio, pároco da cidade, realizou a missa com as participações de Frei Ademar e Frei Severino, que foram convidados, exclusivamente, para a celebração.

“O primeiro dia do ano é dedicado à Maria Mãe de Deus, que vem a ser um dos quatro dogmas marianos, em que reflete Maria como a mãe daquele verbo que nasceu no Natal, que celebramos há poucos dias. Essa foi a temática principal desta festa de hoje, e a cidade de São Cristóvão tem a graça de ter nascido numa data tão bonita, e tão importante, tendo Nossa Senhora como sua padroeira. Assim, o devocional apresentado pela Igreja e a importância do nascimento da cidade foram celebrados hoje. A cidade de São Cristóvão tem Nossa Senhora como sua guardiã e eu sempre digo que Nossa Senhora da Vitória, que já expulsou tantos invasores, continuará do Altar da Igreja Matriz expulsando as coisas ruins que se aproximem daqui. Temos que rezar para que neste início de ano, as coisas ruins se afastem de nossa cidade, e isso inclui tantos os nossos sentimentos internos quanto os ataques que a gente vai recebendo ao longo da vida inteira. Hoje rezamos pelo nosso município, pela administração municipal, pelas secretarias, por cada morador para que juntos possamos ser guiados por Nossa Senhora neste novo ano, olhando assim o novo horizonte que se apresenta em forma de novo ano, esquecendo o que já passou”, pontuou frei Sérgio Anselmo.

Para a moradora, Maria Nivalda Santos de Santana, a data deve ser celebrada sempre cultivando bons pensamentos de estima para com a cidade. “Desejo tudo de bom para todos nós. Precisamos de saúde, paz, prosperidade e justiça e que os novos governantes sejam dignos de lembrarem que São Cristóvão existe. Há alguns anos, a nossa cidade ficou abandonada e por ser uma cidade histórica, a gente precisa desejar que ela seja valorizada pela sua importância para o Brasil. Hoje sentimos que os novos administradores estão cuidando mais da cidade, estão olhando com carinho, mas peço que o Governador do Estado olhe ainda mais pela cidade com a devida importância que merecemos”, frisou.

Segundo Simone Fiel, o momento de celebração do aniversário também deve ser de reconhecimento. “Sou nascida e criada na cidade. Espero que São Cristóvão continue sendo reconstruída como vem acontecendo, pois estava um caos, avacalhada. Espero que o prefeito continue do jeito que vem trabalhando. Enquanto moradora peço mais segurança, e que a cidade seja mais reconhecida no Estado como a primeira cidade sergipana, e que isto se estenda para todo o Brasil. Que as pessoas valorizem mais São Cristóvão”, disse.

Ícone do folclore local, Mestre Satu enfatizou a necessidade de mesclar o reconhecimento histórico com a parte cultural da cidade. “Tenho fé em Deus que 2019 será um bom ano. Já temos uma programação de participações culturais para o ano novo tanto aqui na cidade quanto em Laranjeiras. Espero que a cultura de São Cristóvão seja mais valorizada e que a administração local olhe ainda mais por nós que somos do folclore”, pontuou.

O prefeito Marcos Santana recepcionou os moradores que compareceram à missa e avaliou os últimos dois anos frente à administração municipal. “Hoje, após dois anos da nossa administração, entre tantas dificuldades encontradas nós podemos dizer que tivemos avanços importantes em todos os setores. Quero agradecer aos nossos vereadores e secretários que nos ajudam a reconstruir São Cristóvão, e principalmente, estão trabalhando para elevarmos ainda mais a autoestima do nosso povo, fazendo brotar a vontade de dizermos que somos desta cidade. O trabalho de administrar esta cidade é difícil, mas com respeito ao cidadão sancristovense fazemos como afinco porque somos pagos para administrar nossa cidade com austeridade e seriedade. Que 2019 seja melhor que o ano anterior e esperemos trabalhar com a ajuda de todos, pois não é uma tarefa de um homem só ou dos secretários e vereadores reconstruímos São Cristóvão. É tarefa de todos nós. É preciso pensarmos a cidade de uma forma geral, desde a hora que dispensamos o nosso lixo no espaço público até o momento de tomamos decisões que gerem consequência para a população. Esperamos que em 2020 possamos estar aqui de novo celebrando mais um aniversário da cidade junto ao nosso povo. Estamos na primeira missa do ano, que rende Ação de Graças pelo aniversário da cidade, pelos seus 249 anos, e esta é uma data especial. Este é o momento de criarmos expectativas para o novo ano que começa. Para nós será um ano de muito trabalho, onde realizaremos os serviços de saúde, educação e obras de infraestrutura que a população de São Cristóvão tanto precisa e merece. Minha expectativa é que por maiores que sejam as dificuldades a gente consiga passar por cima delas, e de certa forma vencê-las”, finalizou o prefeito.

Texto e imagens reproduzidos do site: saocristovao.se.gov.br

sábado, 12 de janeiro de 2019

Ação educativa, em frente ao Colégio Arquidiocesano, em Aracaju




SMTT promovendo ação educativa em frente ao Colégio Arquidiocesano, 
na rua Dom José Tomaz, no bairro São José, em Aracaju
Fotos - ASCOM SMTT
Reproduzida do site: aracaju.se.gov.br

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Cidade de Aracaju e rio Sergipe, vistos da Barra dos Coqueiros

Município de Aracaju e rio Sergipe, vistos do município da Barra dos Coqueiros.
Foto: Márcio Dantas
Reproduzida do site: lugarperfeito.com