sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Foz do são Francisco, no município de Brejo Grande


Foz do são Francisco

Distante 137km de Aracaju, Brejo Grande é cenário de beleza às margens do Rio São Francisco. O privilégio de estar na foz do rio, ser abençoado com diversas ilhotas e exuberante diversidade da flora brasileira faz do município uma agradável surpresa para quem o visita.

Foto: César de Oliveira
Imagem e legenda reproduzidas do site: se.gov.br

Banca com verduras na Feira Livre, em Aracaju

Foto: Marco Vieira
Reproduzida do twitter.com/PrefAracaju

Rio Sergipe e Ponte do Imperador, em Aracaju

Foto: Marco Vieira
Reproduzida do twitter.com/PrefAracaju

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Barco Tototó, rio Sergipe, em segundo plano a cidade de Aracaju...


Barco Tototó, rio Sergipe, em segundo plano a cidade de Aracaju, vistos do município de Barra dos Coqueiros

A travessia de Aracaju para a Barra dos Coqueiros realizada pelo Tototó é uma forma de reviver o passado de quando não existia a ponte que liga os dois municípios. A embarcação de madeira, movida a remo ou a motor, é utilizada desde a época colonial para o transporte de passageiros. Ele parte de atracadouro da praça Santa Luzia e desfila por águas verdejantes, permitindo a contemplação da Barra dos Coqueiros e da Praia Atalaia Nova.

Foto: Márcio Dantas
Imagem e informação de legenda reproduzidas do site: se.gov.br

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Poções da Ribeira e Parque dos Falcões...

Fotos: Divulgação

Publicado originalmente no site RADAR SERGIPE, em 17 de junho de 2019 

Poções da Ribeira e Parque dos Falcões podem se tornar Patrimônio Cultural

Seguem em tramitação na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) os projetos de lei nos 118 e 119 de autoria da deputada estadual Maria Mendonça (PSDB), que declara o conjunto ecológico turístico Poções da Ribeira e o Parque dos Falcões, ambos no município de Itabaiana, Patrimônio Cultural Imaterial do Estado.

De acordo com o PL, os bens da cultura imaterial são os elementos que fazem parte de uma cultura, e dizem respeitos às práticas e domínios da vida social de determinado grupo.


"Além disso, a cultura é um direito fundamental do ser humano e, ao mesmo tempo, um importante vetor de desenvolvimento econômico e de inclusão social. Os Poções da Ribeira é um atrativo natural com vasta vegetação nativa e formações rochosas com paredões que chegam a medir 10 metros de altura, onde passa o riacho Ribeira que possui pequenas quedas d’água e poços para banhos, além de um ambiente muito procurado por amantes do rapel e alpinismo”, destaca a parlamentar.

Já a iniciativa de tornar o Parque dos Falcões em Patrimônio Cultural Imaterial do estado, Maria Mendonça ressalta que o local foi construído com trabalho e esforço de José Percílio e Alexandre Correia.

“Ao longo de sua história de mais de dez anos, têm contribuído com o desenvolvimento sociocultural não apenas da cidade serrana (Itabaiana), do nosso estado, mas também do Brasil, além de fronteiras”, finaliza.

Fonte: Rede Alese

Texto e imagens reproduzidos do site: radarsergipe.com.br

DJALMA, O Cantor

Fotos: Arquivo pessoal

Publicado originalmente no site RADAR SERGIPE, em 31 de maio de 2019

DJALMA, O Cantor

Djalma Silva Oliveira, nasceu no dia 26 de maio de 1942, em Boquim, Sergipe. Filho de Temistócles Souza Oliveira e Maria da Glória Silva. Aprendeu as primeiras lições no Colégio Santa Terezinha, em sua terra natal.

Ainda jovem, com 15/16 anos, começou a fazer serenatas, pelas ruas de Boquim, na companhia de jovens boêmios. No ano de 1962, interrompeu essa vida boêmia para servir ao Exército, no 28 BC, em Aracaju. Terminado o serviço obrigatório, retornou para Boquim, onde foi trabalhar na Prefeitura local, tendo assumido o cargo de Tesoureiro, a convite do então prefeito Jacomildes Barreto.

Pouco tempo depois, retorna para Aracaju onde começou a cantar profissionalmente, ao lado do irmão Dernival Oliveira, o Sargento PM Vavá, músico (saxofonista) da Banda da Polícia Militar. Assim, começou a aplaudida carreira do cantor sergipano, Djalma.


Juntos, Vavá no sax e Djalma no violão, cantaram nas principais casas noturnas de Aracaju. Miramar, Chantecler, Xangai, Imperial, Bambu e nos cabarés de Gilda, Deodato e outros. Ainda nos anos 60, juntamente com Edildécio Andrade e Gravatinha, funda o Trio Aliança que depois passou a se chamar Trio Atalaia, cujo grupo musical teve muitas formações e obtendo muito sucesso, inclusive fora de Sergipe.

Mendonça, Adalvenon, Adenoaldo e Lisboa tiveram marcantes participações no Trio Atalaia, que sempre manteve Djalma e Edidelson como titulares constantes. O Trio Atalaia se apresentava, frequentemente, nos Programas de rádio de Aracaju e fazia shows nos principais espaços culturais existentes na época. Também se apresentou em Salvador, São Paulo e no Rio de Janeiro, onde fez temporada no Rio Othon, Sheraton e Intercontinental, famosos hotéis da cidade maravilhosa.

Numa dessas apresentações, o Trio conheceu Wilson Simonal que não economizou elogios ao ouvir a singular apresentação da música “A Palo Seco”, de Belchior.


Djalma lembra que o Trio Atalaia sempre era convidado para dividir o palco com os artistas famosos que se apresentavam, nos anos 60, em Aracaju. Altemar Dutra, Vanusa, Renato e Blue Caps, entre outros. Com Roberto Carlos, o Trio se apresentou no antigo Estádio de Aracaju, quando o Rei cantava, apenas, com o RC Trio, formado por ele, Roberto (Guitarra), Dedé (Bateria) e Bruno (Baixo).

Depois do Trio Atalaia, Djalma resolveu começar a sua carreira solo e, a partir de então, no final dos anos 60 e início da década de 70, foi o cantor da noite mais festejado de Aracaju, cantando nos principais points da cidade. O Vaqueiro (Tropeiro), Iemanjá, Sorveteria Yara, Iate Clube, Associação Atlética (Boate Segredo), Vasco, Cotinguiba, Paulistano e Hotel Beira Mar. A sua presença era certeza de casa cheia.

Djalma também participou, como guitarrista e cantor, do grupo Nino e Seu Conjunto, que marcou época se apresentando por várias temporadas na CRASE, Casa do Radioamador de Sergipe e nos principais clubes sociais sergipanos.

Djalma continua com uma belíssima voz, mas, infelizmente, tem sido pouco requisitado. Faz hemodiálise três vezes por semana, na Climese (segunda, quarta e sexta). Mora na rua Aloisio Braga, 516, no bairro Índio Palentim, em Aracaju.

Esse, vale a pena ouvir de novo!

Texto e imagens reproduzidos do site: radarsergipe.com.br

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Vista aérea da Avenida Beira Mar, bairro 13 de Julho, em Aracaju

Foto: Márcio Dantas
Reproduzida do site: se.gov.br

Praça São Francisco, na Cidade Histórica de São Cristóvão

A praça São Francisco abriga o mais valioso conjunto arquitetônico de Estado de Sergipe, composto pela igreja e convento São Francisco, museu de Arte Sacra, a antiga Santa Casa da Misericórdia, atual Lar Imaculada Conceição, museu Histórico de Sergipe;
 além das instalações da Casa do Folclore Zeca de Norberto.
Foto: Dinarci Borges
Imagem e informação de legenda reproduzidas do site: se.gov.br

Chuva e vento forte, na Orla de Atalaia, em Aracaju

Registro: As 4 da manhã, do dia 6 de agosto de 2019, Aracaju foi atingida 
por fortes rajadas de ventos, de até 74Km, segundo a meteorologia.
Foto: André Moreira/ Equipe JC
Reproduzida do site: senoticias.com.br

domingo, 4 de agosto de 2019

Antiga foto aérea do bairro 13 de Julho, em Aracaju (anos 70)

Foto publicado originalmente no Facebook/Paulo Roberto Dantas Brandão, 
em 29 de junho de 2016. Vista aérea do bairro 13 de Julho, com a Biblioteca 
Pública Epifânio Dórea, ainda em construção. Início dos anos 70. 
Foto enviada por Ancelmo de Oliveira (amigo de Paulo)
Imagem e informação de legenda, reproduzidas do Facebook/Paulo Roberto Dantas Brandão