quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Seminário Arquidiocesano Sagrado Coração de Jesus

Dom José Thomaz Gomes da Silva.
Primeiro Bispo da Diocese de Aracaju (1911-1948) e 
fundador do Seminário S. Coração de Jesus
Foto e legenda reproduzidas do Blog: fidesecclesiae.blogspot
Postado pelo Seminarista Everson Fontes Fonseca

 Seminário Arquidiocesano Sagrado Coração de Jesus * 

O Seminário Arquidiocesano Sagrado Coração de Jesus foi fundado no dia 04 de abril de 1913 por Dom José Thomas Gomes da Silva com o intuito de formar jovens para o sacerdócio.

A primeira sede desta instituição funcionou na própria residência de Dom José, na Praça Camerino, n. 181, sendo transferido posteriormente para o prédio situado na quadra de terra entre as ruas São Vicente, Espírito Santo, Itabaiana e Pacatuba, atualmente sede do Colégio Arquidiocesano Sagrado Coração de Jesus. No ano de 1980, o seminário mudou suas instalações para a antiga chácara Paulo VI no bairro Industrial. Em 2017 teve sua transferência para Cidade de Itabaiana/SE aos cuidados do Reitor Pe. Edivaldo Santana.

Antiga residência de Dom José Thomaz e primeira sede do Seminário, tempos depois,
 Colégio Arquidiocesano " S. Coração de Jesus " (1960). Nessa época chamava-se 
Educandário Sagrado Coração de Jesus, situava-se na Praça Camerino, 181,
Bairro São José, fundado pelo jovem Padre José Carvalho de Sousa, hoje,
 Monsenhor. Imagem enviada pela internauta Karine Belchior". 
Imagem do Portal Infonet/cidade/antigas
Reproduzida do site: infonet.com.br


Antiga foto do Seminário, na rua hoje chamada de Dom José Thomaz, em Aracaju
Imagem do Acervo da UFS - Universidade   Federal   de   Sergipe.
Reproduzida do site: docplayer.com.br

Sede do Seminário Arquidiocesano Sagrado Coração de Jesus, na
antiga Chácara Paulo VI, no Bairro Industrial, em Aracaju
Foto reproduzida do site: arquidiocesedearacaju.org

Considerado um marco no ensino superior em Sergipe, este estabelecimento foi responsável pela formação acadêmica, cultural e religiosa de inúmeros jovens, alguns de notoriedade nacional, a exemplo de Dom Miranda Vilas-Boas e Dom Avelar Brandão Vilela.

Ao longo destes mais de cem anos de existência, dezenas de reitores dirigiram esta casa, dentre eles destacamos o trabalho de seu fundador Dom José Thomas e do Monsenhor José Carvalho de Souza, que durante vinte e dois anos dirigiu esta instituição.

Atualmente nosso Arcebispo Dom João José, contando com a colaboração do seu clero e do povo de Deus, mantêm o Seminário Arquidiocesano Sagrado Coração de Jesus funcionando com uma turma de Propedêutico, fase introdutória à disciplina do seminário e de revisão dos estudos do nível médio.

Mensalmente acorrem ali cerca de quarenta rapazes para os encontros vocacionais. Momento de oração, meditação e reflexão acerca do chamado de Deus na vida do ser humano a uma vocação específica. Estes acontecem em dias agendados no calendário anual do seminário.

* Fonte: arquidiocesedearacaju.org/seminariomenor

** Pesquisa e edição de artigo, com inclusão de fotos, por Armando Maynard, para
 o Blog Minha Terra é Sergipe 

terça-feira, 4 de agosto de 2020

Antiga instalações do prédio de Serviço de Luz e Força de Aracaju

Antiga foto das instalações internas do prédio de Serviço de Luz e Força de Aracaju
Outubro de 1949 - Fotógrafo Desconhecido.
Referência do Acervo:
Acervo do Arquivo Público Estadual de Sergipe.
Fundo Fotografias (BR_SE_APES_CA01_FT0032).
Fonte: APES SEDUC @apesseduc • Serviço público e governamental
Foto reproduzida da Fanpage no Facebook/Arquivo Público do Estado de Sergipe.

Alunas do antigo ‘Colégio Nossa Senhora de Lourdes’, em Aracaju


Fotografia das alunas do antigo ‘Colégio Nossa Senhora de Lourdes’, utilizando o típico fardamento de estágio.

O Colégio foi uma Instituição de Ensino no estado de Sergipe dirigida por freiras, as Irmãs Sacramentinas. 

O Colégio, inaugurado em 1924, era voltado para a educação cristã feminina, onde estudavam as filhas de uma boa parte da elite sergipana.

 A instituição encerrou as suas atividades em 1974.

Sem data. Fotógrafo(a) Desconhecido(a).
Algumas informações foram extraídas do Blog Aracaju antiga.
Fundo Fotografias (BR_SE_APES_CA01_FT0083);
Fonte: APES SEDUC (@apesseduc • Serviço público e governamental).
Reproduzida da Fanpage no Facebook do APES - Arquivo Público Estadual de Sergipe.

Militares e civis na antiga Praça da Cadeia, em Aracaju


O documento apresentado trata-se de uma fotografia de militares e civis na antiga Praça da Cadeia (escrito na moldura) numa espécie de cerimônia.

A praça encontrava-se sem pavimentação e conservava alguns canteiros, poucos bancos. e uma fonte, no centro. Ao redor, casas comerciais e residenciais.

Esse é um dos documentos expostos na exposição "Aracaju - 165 Anos", em comemoração a mudança da capital.

Sem data.
Fotógrafo Desconhecido
Referência do Acervo:
Acervo do Arquivo Público Estadual de Sergipe.
Fundo Fotografias (BR_SE_APES_CA19_FT2364)

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Ponte do Imperador completou 160 anos (11/01/2020)



No dia 11 de janeiro de 2020, a Ponte do Imperador completou 160 anos

A Ponte do Imperador foi construída em 1859, na administração do engenheiro Manuel da Cunha Galvão. Inicialmente feita em madeira, tinha o objetivo de recepcionar o Imperador D. Pedro II na cidade, sendo um atracadouro para o vapor Apa, que conduzia Sua Majestade e sua comitiva. Em 1867, sob a presidência de José Pereira da Silva Moraes, a Ponte passou por uma reforma com o propósito de deixá-la com acabamento em ferro. Anos depois, em 1904, o presidente do Estado Josino Menezes encomenda a construção de uma ponte metálica através do engenheiro Heráclito de Faria Lima, por meio da Casa Henry Rogers Son&Co da Inglaterra, a Ponte teve sua estrutura alterada com metal e vidro, vindos da Inglaterra, e um portal de castelo medieval.

Em 1919, com novo pensamento urbanístico e com a preocupação de aproveitar sua velha estrutura, o construtor italiano Hugo Bozzi ganha o concurso para construção da Ponte, que agora contava com o aspecto de Monumento celebrativo ao Centenário de Emancipação Política de Sergipe. Em 1920 Bozzi reforma a Ponte, substituindo o portal medieval por dois torreões em alvenaria encimados por duas esculturas que representam índios, simbolizando a identidade cultural sergipana. Em 1923 pousaram em Aracaju os primeiros hidroaviões, que utilizaram a Ponte como desembarcadouro e inauguraram os vôos para Sergipe.

Atualmente denominada Ponte do Imperador, mudou sua denominação várias vezes, já sendo conhecida como Ponte do Governador, Ponte Metálica, Ponte do Presidente e Ponte do Desembarque. Tombada em nível estadual pelo Decreto nº 29.556/13.

FONTE: Catálogo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) - ID: 40698

FOTO 1: Foto reproduzida do Facebook/João do Alho Bar e Restaurante.
Reproduzida do Blog "Bem Vindo à Sergipe"

FOTO 2: Tanit Bezerra @ Ponte Do Imperador Dom Pedro II

Texto e imagens reproduzidos da Fanpage/Facebook/APES SEDUC (@apesseduc • Serviço público e governamental).

Antiga imagem da Rua João Pessoa, em Aracaju

Foto: Waldemar Lima.
Fonte: APES SEDUC (@apesseduc • Serviço público e governamental).
Reproduzida da Fanpage no Facebook do Arquivo Público do Estado de Sergipe.

Bar "O VAQUEIRO", na Praia de Atalaia, em Aracaju




Bar "O VAQUEIRO", na Praia de Atalaia, em Aracaju.

Uma viagem no tempo...  Uma forma de arte, a fotografia eterniza momentos únicos e se expressa de uma maneira própria. 

Resgatando a memória e a rica história presente em nosso acervo, nas fotografias apresentadas hoje observa-se um trecho da Orla da Capital Segipana, evidenciando especificamente os detalhes de um dos bares da época, o Bar do Vaqueiro. 

Apesar de não apresentar nenhum registro sobre o ano, acredita-se que, por meio de uma análise dos cartazes presentes no ambiente, o local foi fotografado em torno da década de 70.

Fotógrafo(a) Desconhecido(a). 
Fonte: APES SEDUC (@apesseduc • Serviço público e governamental).

Imagem e Legenda reproduzidas da Fanpage no Facebook do Arquivo Público do Estado de Sergipe.

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Famoso relógio do meio da rua, em Aracaju

Largo em frente ao Palácio do Governo e seu famoso
relógio do meio da rua, em Aracaju
Foto reproduzida do site: ciavisual.com.br


Quadro do Palácio - Museu Olímpio Campos. 
Foto do Blog "Antiguidade Coleções e Artes".
Postagem originária do Grupo no FacebookMTéSERGIPE

Segundo relógio do meio da rua, que ficava em frente da Praça Fausto Cardoso
 e Palácio Olímpio Campos, em Aracaju,  antes da construção do calçadão.
O mesmo nunca funcionou corretamente,
 daí a população o ter apelidado de "Tô Doidão".
Foto: álbum Facebook de José Clementino.

Texto publicado originalmente no site DESTAQUE NOTÍCIAS, em 01 de agosto de 2020

Saudade do Tô Doidão
Por Adiberto de Souza *

Os moradores mais idosos de Aracaju ainda se lembram do “Tô Doidão”, aquele relógio de quatro faces, em cima de um pedestal de ferro, que havia na Praça Fausto Cardoso, em frente ao hoje Museu Palácio Olímpio Campos. Antes do “bobo” desajuizado, o logradouro central ganhou uma bela peça importada, comprada em 1925 pelo então prefeito de Aracaju, Hunald Santaflor Cardoso, irmão do ex-governador de Sergipe, Graccho Cardoso.

Em um de seus livros, a pesquisadora Ana Maria Fonseca Medina conta que entre as muitas obras realizadas por Santaflor Cardoso destacou-se justamente a reforma da Praça Fausto Cardoso. Para embelezá-la, o prefeito adquiriu no Rio de Janeiro, por intermédio da famosa Relojoaria Safira, o relógio de fabricação alemã, uma novidade para a época. A peça se destacava na bem cuidada praça, tendo virado pronto de encontro nos fins de tarde.

O saudoso pesquisador Luiz Antônio Barreto também escreveu sobre o relógio da Fausto Cardoso. Segundo ele, anos após a administração de Hunald Santaflor, a peça alemã foi substituída por uma mais nova, bem mais bonita, porém jamais funcionou satisfatoriamente. Por isso mesmo foi logo apelidada de “Tô Doidão”. Na segunda metade do século passado, um carro desgovernado acertou o relógio em cheio, deixando-o empenado. Algum tempo depois, a Prefeitura mandou removê-lo para consertá-lo, porém isso jamais aconteceu e ninguém mais falou no simpático “Tô Doidão”.

* É editor do Portal Destaquenotícias

Texto reproduzido do site: destaquenoticias.com.br

quarta-feira, 29 de julho de 2020